SEMENTES NAS PEDRAS
Perdias teu tempo a
semear entre as pedras.
Elas jamais vingariam.
Havia um consolo, porém.
Alguém te queria bem.
Alguém veio te orientar.
Veio te apoiar.
De braços dados partiram.
Numa terra fértil
chegaram.
As plantas nasceram,
vicejaram...
Era o tempo do
crescimento.
O tempo do alimento.
Alimento d’alma.
E o tempo a correr... a
correr...
A ampulheta impiedosa.
Murchou a rosa.
A rosa do jardim do amor.
Só sobrou dor.
sonia delsin
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário