O PÉ DE JACARANDÁ
O vento veio judiar.
Já estava previsto que o pé de
jacarandá outra ventania não ia aguentar.
A natureza ao casal de joão-de-barro
não conseguiu informar.
Na árvore condenada eles resolveram
morar.
Coitadinhos.
Construíram uma casinha tão
bonitinha.
Hoje estavam desesperados.
A árvore sumiu.
A casa deles se espatifou.
O vento tantos estragos aprontou.
O pé de jacarandá estava tão florido.
Doeu vê-lo sendo picado, carregado.
E as avezinhas pobrezinhas a gritar.
A procurar...
Senti uma vontade de chorar.
Que tristeza! Nossa árvore se foi.
As flores que enfeitavam nossas
manhãs se foram. Não mais se balançarão ao vento e os lindos cachos de flores
não mais veremos. Acabou... acabou.
sonia delsin
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