sexta-feira, 10 de maio de 2013



SAMBA NO PÉ, SAUDADE DO ZÉ

Não nasci com samba no pé.
Ai, que saudade do Zé.
Hoje tinha um grupo de samba lá onde a gente sempre se encontrava pra papear.
Pra dançar.
O Zé, com aquela cara de menino sapeca chegava.
A sua mão inquieta na mesa batucava.
Zé, a gente notava.
Pensa que não?
Gostava tanto de te ver tocando violão.
E com pandeiro na mão.
Hoje falei de ti.
Sinto tanta saudade.
Falo a verdade.

sonia delsin 

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